Número total de visualizações de páginas

sábado, 1 de novembro de 2014


...e para não rirmos uns dos outros, deixo-vos com ...

OS 12 DEFEITOS INSUPORTÁVEIS DOS BRASILEIROS


12. Brasileiro reclama de tudo e não resolve nada
Reclamação vem do latim reclamatione, que designa o ato de “desaprovação manifestada por gritos”, e do verbo reclamare (reclamar) que significa exigir ou reivindicar. Essa, sem sombras de dúvida, é a atitude mais adorada e praticada pelos brasileiros. Nosso povo reclama de tudo!
Apesar do abuso desse ato, o problema não está em reclamar: o problema está em apenas reclamar. Não existe o hábito do segundo passo por aqui. A pessoa reclama, xinga muito no Twitter e fica por isso mesmo. A parte mais importante, que seria achar a solução para reclamação, simplesmente é abandonada, transformando a atitude de reclamar em algo totalmente inútil.
11. Brasileiros são um bando de maria-vai-com-as-outras
A explicação para o excesso de reclamação e para a falta de reacção já virou estudo aqui no Brasil. O resultado não apresentou nenhuma novidade: O brasileiro não tem o hábito de protestar no cotidiano. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglésias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro é protagonista do fenómeno “ignorância pluralista”, termo cunhado pela primeira vez em 1924 pelo americano Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.
“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?”, diz Iglésias. O problema é que, se ninguém diz nada e consequentemente nada é feito, o desejo colectivo é sufocado. O brasileiro, de acordo com Iglésias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele não fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.”
Iglésias começou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as reacções das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando alguém fura a fila, a maioria finge que não vê. O comportamento-padrão é cordial e pacífico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almoço num restaurante colectivo de Brasília. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem não quer nada, falando ao celular ou cumprimentando alguém. A reacção das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aeroviário carioca Sandro Leal, de 29 anos, admite que não reage quando vê alguém furar a fila no banco. “Fico esperando que alguém faça alguma coisa. Ninguém quer bancar o chato”, diz.
Iglésias dá outro exemplo comum de ignorância pluralista: “Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, é raro alguém levantar a mão dizendo que está com dúvidas”, afirma. Ninguém quer se destacar, ocorrendo o que se chama “difusão da responsabilidade”, o que leva à inércia.
Mesmo quem sofre uma série de prejuízos não abre a boca. É o caso da professora carioca Maria Luzia Boulier, de 58 anos. Ela já comprou uma enciclopédia em que faltava um volume; pagou compras no cartão de crédito que jamais fez; e adquiriu, pela internet, uma esteira ergométrica defeituosa. Maria Luzia reclamou apenas neste último caso. Durante alguns dias, ligou para a empresa. Não obteve resposta. Foi ao Procon, mas, depois de uma espera de 40 minutos, desistiu de dar queixa. “Sou preguiçosa. Sei que na maioria das vezes reclamar não adianta nada”, afirma.
O “não-vai-dar-em-na-da” é um discurso comum entre os “não-reclamantes”. O estudante de Artes Plásticas Solano Guedes, de 25 anos, diz que evita se envolver em qualquer situação pública. “Sou omisso, sim, como todo brasileiro. Já vi brigas na rua, gente tentando arrombar carro. Mas nunca denuncio. É uma mistura de medo e falta de credibilidade nas autoridades”, afirma.
A apatia diante de um escândalo público também é frequente no Brasil. Nas décadas de 80 e 90, o contador brasiliense Honório Bispo saiu às ruas para lutar pelas Directas Já e pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Caso que apenas se concretizou pelo massivo uso da imprensa. Estudiosos acreditam que o Impeachment nunca aconteceria se a mídia não colocasse no ar o ataque massivo ao presidente: 10 das 24 horas de programação das emissoras nas semanas anteriores ao ato divulgavam a  ideia das Directas Já e Impeachment.
O estudo da UnB constatou que a “cultura do silêncio” também acontece em outros países. “Portugal, Espanha e parte da Itália são colectivistas como o Brasil”, afirma o psicólogo. Em nações mais individualistas, como em certos países europeus e a vizinha Argentina, o que conta é o que cada um pensa. “As acções são baseadas na auto-referência”, diz o estudo. Nos centros de Buenos Aires e Paris, é comum ver marchas e protestos diários dos moradores. A mídia pode agir como um desencadeador de reclamações, principalmente nas situações de política pública. “Se o cidadão vê na mídia o que ele tem vontade de falar, conclui que não está isolado”, afirma o pesquisador.
O antropólogo Roberto DaMatta diz que não se pode dissociar o comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”. Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infracções que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto. “Existe um elo entre todos esses comportamentos. Uma sociedade de rabo preso não pode ser uma sociedade de protesto”, diz o antropólogo.
O sociólogo Pedro Demo, autor do livro Cidadania Pequena s (ed. Autores Associados), diz que há baixíssimos índices de organização da sociedade civil – decorrentes, em boa parte, dos também baixos índices educacionais. Em seu livro, que tem base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o sociólogo conclui que o brasileiro até se mobiliza em algumas questões, mas não dá continuidade a elas e não vê a importância de se aprofundar. Um exemplo é o racionamento de energia ocorrido há doze anos: rapidamente as pessoas compreenderam a necessidade de economizar. Passada a urgência, não se importaram com as razões que levaram à crise. Para o sociólogo, além de toda a conjuntura actual, há o factor histórico: a colonização portuguesa voltada para a exploração e a independência declarada de cima para baixo, por dom Pedro I, príncipe regente da metrópole. “Historicamente aprendemos a esperar que a decisão venha de fora. Ainda nos falta a noção do bem comum. Acredito que, ao longo do tempo, não tivemos lutas suficientes para formá-la”, diz Demo.
A historiadora e cientista política Isabel Lustosa, autora da biografia Dom Pedro I, um Herói sem Nenhum Carácter (ed. Companhia das Letras), acredita que os brasileiros reclamam  mas têm dificuldades de levar adiante esses protestos sob a forma de organizações civis. “Nas filas ou mesas de bar, as pessoas estão falando mal dos políticos. As seções de leitores de jornais e revistas estão repletas de cartas de protesto. Mas existe uma espécie de fadiga em relação aos resultados das reclamações, especialmente no que diz respeito à política.” Segundo Isabel, quem mais sofre com a falta de condições para reclamar é a população de baixa renda. Diante da deterioração dos serviços de educação e saúde, o povo fica sem voz. “Esses serviços estão pulverizados. Seus usuários não moram em suas cercanias. A possibilidade de mobilização também se pulveriza”, diz.
Apesar das explicações diversas sobre o comportamento passivo dos brasileiros, os estudiosos concordam num ponto: nas filas de espera, nos direitos do consumidor ou na fiscalização da democracia, é preciso agir individualmente e de acordo com a própria consciência. “Isso evita a chamada espiral do silêncio”, diz o pesquisador Iglésias. O primeiro passo para a mudança é abrir a boca.
10. Brasileiro acha que a vida é resumida em futebol, fofoca, carnaval, cerveja e putaria
Oito em cada dez brasileiros tem o assunto do seu diálogo com outrem resumido nesses termos. Quando não está falando de futebol, está falando de sexo ou fofocando ou falando do quanto bebeu no final de semana e vice-versa. Qualquer tema que saia dessa esfera é rejeitado pela maioria, excepto, se o tema for inicio de um reclamação colectiva (do tipo que não vai dar em nada). Não é de estranhar que a definição do Brasil seja “o país do futebol e do carnaval”.
Tanto a filosofia quanto a Psicologia e a Sociologia explicam que essas paixões comprometem o intelecto humano. Tal como um homem apaixonado pela sua amada, o ser apaixonado não pensa, somente age de acordo com suas emoções. Os brasileiros dão provas que essas paixões os transformam em verdadeiros “trouxas”, entre os quais podemos destacar os seguintes fatos decorridos dessa passionalidade:
Ronaldinho Gaúcho ganhando medalha Machado de Assis da Academia Brasileira das Letras;
Bruna Surfistinha virando best-seller e depois blockbusters;
Brigas de torcidas;
Brigas anuais nas apurações das campeãs do Carnaval;
Pelé sendo reconhecido como um dos maiores brasileiros de todos os tempos pela Times;
Pesquisas mostrando que brasileiro gasta mais com cerveja do que com Educação;
Xvideo como o vigésimo segundo site mais acessado do Brasil, perdendo apenas para sites de funções essenciais(como Google e sites de bancos) e para redes sociais.
Muito se pergunta se o Brasil poderá suportar seu crescimento diante de pensamento tão rudimentar. Existe uma estimativa construída em cima das pesquisas realizadas pelo IBGE que diz que provavelmente daqui a 5 anos o Brasil venha a atingir índices de países de primeiro mundo em diversas áreas. Porém, como comportar tamanho avanço se a cultura brasileira continua a mesma? É por esse motivo que a entrada de estrangeiros no nosso mercado de trabalho cresce a cada dia. Importar “cabeças-pensantes” é lucrativo para empresas já que aqui as cabeças estão ocupadas com outros pensamentos. Enquanto os gringos buscam soluções para os sectores da indústria e da sociedade, nós continuamos com a imaturidade de apoiar nosso micro-universo na preocupação com nossos times de futebol e quantos dias de folga vamos pegar no carnaval. A carência de ambição e a passividade diante do que precisa ser feito converte a maior parte dos brasileiros em cartas fora do baralho do sector industrial quando o assunto exige dedicação e disciplina.
 9. Brasileiro gosta da hipocrisia
 “Sem as pequeninas hipocrisias mútuas nos tornaríamos intoleráveis uns para os outros”. A frase é atribuída ao filósofo alemão Emanuel Wertheimer, coincidindo com as práticas gerais do mundo até nas grandes hipocrisias, como frequentemente chega ao nosso conhecimento por meio das manchetes diárias. Há milénios condenada pela sociedade, a Hipocrisia se encontra presente, acompanhando o Homem desde do seu engatinhar pela superfície terrestre. Sua definição é difícil de lidar e sua complexidade é relevante, já que, em certas situações, o que parece hipocrisia, na verdade não é.
“Impostura, fingimento, simulação, falsidade”. Dessas quatro facetas ligadas à definição da hipocrisia provavelmente a menos conhecida é a impostura, como “artifício para iludir, embuste, vaidade ou presunção extrema”. De qualquer maneira, o que se ressalta aí é a presença da mentira. No caso da hipocrisia, a mentira social por excelência.
O conceito mais comum de hipocrisia, conceito qual iremos adoptar aqui para discutir a situação brasileira, seria o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias, devoção, comportamento e sentimentos para alcançar o apreço publico, mesmo sendo o acusador vítima da sua própria crítica. Ou seja, o assassino que condena o homicídio, o funkeiro que critica a música ruim do Latino, o analfabeto que reclama da falta de leitura do povo.
Brasileiro adora uma boa hipocrisia. São tantos os exemplos para provar essa ultima afirmação que até fiquei em dúvida sobre qual deveria escolher. Optei pelo mais conhecido: Brasileiros versus emissoras de TV. Não deve ser novidade para ninguém que o Brasileiro critica e repudia programas de TV os quais assiste. BBB, o maior exemplo de hipocrisia brasileira, mostra a real face desse povo: de um lado, pessoas engajadas, criticando, dizendo para os outros não assistirem o programa. De outro, um dos programas com uma das maiores audiências da era dos “reality shows”. Nem é preciso ser especialista comportamental para saber que alguém está mentindo nessa história, ou precisa? De maneira semelhante temos o Zorra Total, o programa mais odiado pelo público brasileiro e líder de audiência do seu horário. Oras, de onde provém essa controvérsia senão da mentira e falsidade de alguns que condenam diante do olhar alheio mas, no aconchego do seu lar, passa parte do seu tempo livre assistindo esses programas.
Além dessa hipocrisia directa temos a hipocrisia indirecta. Assumindo o mesmo exemplo anterior, podemos dizer que é um hipócrita de forma indirecta aquele que reclama de quem assiste BBB, alegando que o último é um programa sem carácter cultural, contudo, não perde o jogo de futebol de quarta a noite ou mesmo, faz questão de assinar um canal de TV exclusivo de Futebol. São dois lados de uma mesma moeda.
 8. Brasileiro não sabe lidar com o politicamente correto e politicamente incorrecto
Quem tem boa memória e passa algumas horas do seu dia na frente do computador deve lembrar do caso do Stand Up do Rafinhas Bastos ano passado. Durante um dos seus shows, Rafinha resolveu utilizar do humor negro extreme nonsense, típico dele, fazendo uma piadinha um tanto sem graça sobre o estuprador fazer um favor à uma feia quando a estupra.
Quando essa notícia se espalhou foi o caos. Todo mundo condenou o humorista. Foi um tal de “esse cara tem que ser preso” para lá e um “que absurdo, é o fim do mundo” para cá.
Algum tempo depois, começou o novo BBB e aconteceu o  tal “estupro”. O que você pensa que o povo brasileiro fez? Criticou? Não, pelo contrário, ele brincou com a situação, fazendo piadinhas sobre o ocorrido. O politicamente correto foi esquecido, o que leva ao pensamento que aqui no Brasil parece que ele é de lua, ou vem por estação…. não dá para definir. Em certa hora o brasileiro desaprova, condena, critica tal ato incorrecto, em outra, pratica e apoia.
 7. Brasileiro tem o pé no extremismo para babaquices
Fanatismo ideológico é o estado psicológico que caracteriza qualquer pessoa como idiota. O Fanático é irracional, inflexível, persistente e teimoso. Sua natureza irregular, baseada em paixões, leva a paranóias e gera preconceitos e agressividade com quem discorda de seus valores e crenças. Nos países árabes, esse estado é bastante comum por causa da religião. Em alguns países europeus, extremismo e fanatismo se misturam na busca de alguns grupos por liberação de certos estados de seus países. Já aqui no Brasil…. bem, aqui é uma coisa inexplicável. Brasileiro adopta o fanatismo para as coisas mais idiotas, por exemplo:
Defender partidos políticos ( PT e PSDB é tudo farinha do mesmo saco, mermão!)
Defender crenças religiosas ( Evangélico conservador que paga dízimo para pastor e se acha no direito de julgar a vida de todo mundo)
Brigar por times de futebol ( Enquanto você briga, eles recebem um salário gordo e riem da sua cara de otário)
Arrumar confusão por causa de celebridades, atores, actrizes, músicos ( Família Restart é o cacete da Maria João! Lady Gaga não canta, apenas troca de roupa! Justin Bieber fez sucesso apenas por causa do cabelo! Tarantino é uma farsa! Chorem mimimimi…)
Esses são exemplos somente de uma pequena fracção de todos os tipos de fanatismos babacas verde e amarelo. Deveria existir um projecto de lei que classificasse as pessoas por grau de idiotice fanática. Quem fosse reprovado deveria ser jogado, de imediato para evitar a contaminação aos demais, na Ilha de Queimada Grande para servir de alimento para as cobras do local.
6. Brasileiro não admite a própria culpa
“A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser” uma das famosas frases de Homer Simpson faz total sentido nessa república. Segundo International Stress Management Association – em pesquisa com mais de com 1 000 profissionais – praticamente metade dos brasileiros analisados (47%) apresentam um comportamento agressivo quando algo dá errado e tende a negar a participação no erro. Percentual altíssimo se comparado aos países orientais e alguns europeus, os quais não ultrapassam os 14%.
Já faz parte da nossa cultura colocar a culpa nos outros. Não unicamente no trabalho mas em tudo que estamos envolvidos. O Brasil não funciona é culpa dos políticos e não nossa e do nosso voto e apatia frente a tanta corrupção. Enchetes ocorrem por causa do acumulo de lixo nos bueiros e a culpa é do El nino. Para tudo há sempre um bode expiatório.
Um exemplo clássico disso é a falta de leitura dos brasileiros atribuída aos preços dos livros. O Brasileiro consumiu a média 120 litros de cerveja por habitante em 2010.  A estimativa é que ultrapasse a marca de 15 bilhões de litro de cerveja em 2012 segundo a Sindicerv. Acredita-se que o gasto do brasileiro de classe C2 a B2 seja de R$ 360 reais anuais. O estudo da CBL (Camara Brasileira dos Livros) mostra que o brasileiro lê em média 1,8 livros/ano e os livros mais comprados no nosso mercado tem preço em torno de 35 reais. Desse modo, assumindo todos esses fatos, fica claro que a falta de leitura do brasileiro vem pela ausência de vontade. Oras, comprar R$ 360 reais de cerveja pode mas gastar R$ 35 reais com um livro é muito caro? Eita “paísinho”….
5. Brasileiro não sabe resolver um problema de cada vez
Eis que existe um problema que incomoda muita gente e que ninguém nunca mexeu um dedo para solucionar. Certo dia, um brasileiro resolve sair do seu estado apático e coloca a mão na massa. Consegue um percentual razoável de apoio para sua ideia e ela começa a evoluir até que se torna popular. Nesse momento, o outro lado dos brasileiros apresenta-se: o de querer resolver tudo de uma vez só.
Você apresenta uma proposta para reduzir os impostos da importação de produtos e aparece sujeito dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo diminuir os impostos, políticos roubam verbas em Brasília”. Você apresenta uma proposta para acabar com a violência nos desportos e aparece um brasileiro dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo cessar a violência nos desportos, faltam medicamentos nas farmácias populares”. PORRA! Mas que diabos esse sujeito estava fazendo que não tomou a iniciativa para resolver esses problemas…. ficou esperando alguém tomar a iniciativa para resolver outro problema que não tem nada a ver com aquele que ele exalta para ficar reclamando. E assim, ninguém nunca resolve nada! Achar que tudo pode ser resolvido de uma só vez é um pensamento de babaca que leva ao fracasso. Se você acha que tal problema não é prioridade, faça a sua campanha para resolver o problema que você considera principal e não fique criticando quem está tentando melhorar o nosso país.
4. Brasileiro acha que os EUA é o melhor em tudo
Você deve conhecer algum brasileiro que foi para os EUA e voltou para a nossa amada terra parecendo um robozinho defensor do Tio Sam, ou não?  Eu conheço muitos. Sujeito vai para o exterior, principalmente para os EUA, e volta desdenhando tudo.
Esse hábito é de visitar o exterior e adoptar o lado do extremo-negativo quando volta é típico de brasileiro. Comparações que, por muitas vezes, não fazem qualquer sentido, como as reclamações por não haver aqui um fast-food em cada esquina.
O que brasileiro tem que compreender é que cada país é um país. São culturas diferentes, são histórias diferentes, são povos diferentes. Você adoptar o que há de positivo lá fora e implantar aqui é óptimo. Ruim é você ver o que há de positivo lá fora para ficar desdenhando o que há de simples por essas bandas.
3. Brasileiro é o câncer da Internet
A raça mais odiada da Internet tem nome: Brasileiros. Não é questão de xenofobia, o repúdio dos brasileiros por outros povos na Internet é pela total falta de postura e ética nossa no meio virtual. O comportamento baderneiro incomoda muitos povos, por isso que os brasileiros tem seu acesso restrito em diversos MMORPG, fóruns, sites, redes sociais, entre outros. Somos o povo mais irritante e troll da Internet.
O Orkut e Facebook são exemplos disso. Quando o Orkut era febre nos outros países, tudo era muito organizado, até que os brasileiros colocaram os pés nas terras googleanas. Foi um deus nos acuda, tamanha a bagunça que a rede virou. As comunidades de idioma inglês foram invadidas pelos brasileiros que começavam a falar em português no meio de debates em inglês. Os gringos irritados com tanta bagunça mudaram para o Facebook. E assim foi até que os brasileiros migraram para o Facebook e o abrasileiraram ( leia-se Orkutizaram). O reflexo dessa mudança canarinho já foi demonstrado na última pesquisa de ingresso e saída da empresa que mostram a migração dos gringos para redes sociais alternativas. A invasão brasileira acabou se tornando ameaças para essas empresas da web por representarem grandes baixas nos países onde a empresa já possui determinado sucesso, levando a mesma proibir a nossa entrada com o intuito de manter o negócio.
Brasileiro enche essas redes de spam, de gifs que brilham, de páginas de humor, de páginas de putaria… compartilham qualquer coisa a qualquer tempo. Embora não exista nenhum Código de Ética para Internet, o bom senso deve estar sempre presente. Assim, compartilhar no Facebook, por exemplo, a foto de um gato esquartejado ou algo do género não é legal, todo mundo sabe disso, excepto a massa brasileira.
De modo parecido os brasileiros invadem os MMORPG’s. Em semanas eles destroem com os servers. Talvez devido a nossa natureza corrupta, corrompemos tudo que tocamos. E daí surge os BOTS, hacks, cheats e tantos outros mecanismos para obter vantagens sobre os outros que nós inventamos e que fazem os jogos perderem toda a graça.
Espero que com o tempo nós percebamos o quanto somos inconvenientes e irritantes, adquirindo uma postura mais sensata antes que sejamos expulso de tudo que é canto da web.
2. Brasileiro não sabe a própria Língua
A Educação no Brasil é lastimável, isso não é segredo para ninguém. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Económica Aplicada (Ipea) mostrou que para  2.773 entrevistados (27,3% ), que avaliaram nosso sistema educacional, não houve mudanças na qualidade do ensino e quase um quarto (24,2%) acredita que o sistema piorou. Já o IBGE mostrou no seu estudo de 2011 que apenas 11% dos brasileiros conseguiram concluir o ensino superior ( percentual baixo se analisarmos outros países, tais como Rússia (54%) , Cuba (92%), Chile (24%)).
Apesar dos pesares, com toda essa estrutura educacional precária, ainda é inexplicável o domínio débil do brasileiro sobre a sua língua. Não estou me referindo ao domínio completo – compreendendo todas aquelas regras exageradas e chatas -, estou dizendo do “basicão”.
Você leitor deve estar pensando que isso é resultado da falta de investimento do governo, ou não? Logicamente, essa é uma das possíveis causas, contudo, não é a única. Existem outras causas para explicar as anomalias do nosso sistema educacional, como a pesquisa feita por uma das principais empresas de contractos de estágio do país, que constatou no primeiro semestre de 2011 que  nem mesmo os graduando de jornalismo dominam a língua. Através de um ditado de 30 palavras, a empresa verificou que o índice de erro ficou na média 1/3 das palavras.
Esse defeito pode ser verificado em todas as áreas, desde das melhores escolas particulares até mesmo no próprio Sistema Judiciário.
Percebeu leitor? Estamos falando do topo da escala financeira e não um bando de pobre coitado que não tem aonde cair morto. Os grandes nomes da Língua Portuguesa do país, como o autor do livro “Preconceito Linguístico” Marcos Bagno, afirmam que a explicação para esses acontecimentos é mais simples do que parece:
o completo desinteresse do povo por sua Língua devido a dificuldade que a mesma apresenta;
a ausência do hábito da leitura.
Por esse e outros motivos, nesse país, a Língua virou arma de manipulação e factor gerador de preconceito.
1. Brasileiro adora dar reconhecimento para quem não merece
Quantas vezes você viu uma homenagem para o Carlos Chagas no horário nobre da TV? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas” por Pelé e mentalize  a resposta. No Brasil, quanto mais você faz pela sociedade, menos reconhecimento você tem dela. Em contrapartida, quanto menos você faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, juízes, médicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros, que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um salário justo.
Já quem não faz nada pela sociedade, como atletas – principalmente jogadores de futebol – , artistas, atores, músicos, mulheres de bundas grandes e perfeitas, entre outros que exercem uma “profissão” que não presta qualquer serviço para o bem comum, somente beneficiando aos próprios, além de receber salários altíssimos, são ovacionados pelo público.
Esse hábito não é exclusivamente brasileiro, boa parte dos países ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura americana, se comportam dessa maneira. Esse culto as celebridades e o total descaso com quem realmente faz acaba gerando a insatisfação da maior parte das pessoas cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Como as pessoas com considerável grau intelectual são minorias, tal comportamento se espalha feito vírus, recebendo o apoio das mídias. Cabe a você e eu, que temos consciência desse tumor, espalhar nossa ideologia e derrubar essa idolatria e admiração aos falsos feitores originada da ignorância humana.
Deixe seu comentário sobre o texto. Porém peço que faça diferente: ao invés de reclamar e falar sobre outros possíveis defeitos dos brasileiros, indique a solução para esses.
Fonte: Ahduvido.com.br

OS 81 DEFEITOS DOS PORTUGUESES



  1. São pessoas mórbidas e com muitas fixações, têm uma maneira de estar e preocupam-se muito com a vida dos outros.
  2. Gostam muito de falar de si e dos feitos dos outros.
  3. Mudam de opinião consoante o vento e as conveniências.
  4. Falam de tudo, mesmo de assuntos complexos, com muita ligeireza.
  5. Lêem pouco e têm a mania de falar de tudo com verdades absolutas.
  6. Andam sempre a dizer mal de si próprios, só entre eles, pois ficam muito ofendidos se alguém de “fora” se atreve a dizer mal de deles.
  7. São uns aventureiros, não programam nada, são empiristas.
  8. São mal dizentes e por vezes têm uma apreciação negativa deles e de algumas das suas maiores virtudes.
  9. São teimosos, mas isso são sempre os outros.
  10. São muito exigentes dos outros, mas nunca  deles próprios.
  11. Falam nos lugares públicos em voz alta quando têm dinheiro e voz baixinha, quando não têm dinheiro.
  12. Gostam muito de pedir explicações aos outros, nunca a si próprios.
  13. Consideram-se como um exemplo para os outros e o melhor do seu grupo.
  14. Não gostam de ser mandados por ninguém, não aceitam ideias de ninguém. É o padrão típico da anarquia.
  15. São por vezes arrogantes, pouco práticos, pouco produtivos, pouco persistentes, pouco organizados, pouco metódicos e com muita falta de auto-estima.
  16. São pessoas que estão á espera de um golpe de sorte, de um euromilhões, para ficarem bem para a vida, mas sem trabalho, sem qualquer esforço.
  17. São pessoas sem projectos de vida e sociedade.
  18. São idealistas, querem descer o rio sem remar e esperar que alguma coisa aconteça.
  19. Tiveram colonias mas nunca foram colonizadores, que, devido às suas fragilidades sociopolíticas e socioeconómicas, nunca se comportaram como verdadeiros colonizadores, daí que Portugal tivesse o ciclo colonial mais longo da história moderna.
  20. São um povo que por vezes se sente “imigrante nas suas próprias terras”, daí a sua adaptabilidade e identidade intercultural.
  21. Foram sempre um povo problemático, nunca foram plenamente o que gostariam de ser nos sítios onde estiveram.
  22. Têm capacidade de sobrevivência com um discurso miserabilista.
  23. São negativos e estão sempre a dizer que “antigamente” estávamos melhor.
  24. São um povo com uma tremenda falta de memória, esquecem-se com facilidade.
  25. Sofreram de um nacionalismo que tão depressa nos eleva ao pódio, como os afunda na lama.
  26. Afundados e asfixiados, tendem “criminosamente”, a exaltar o passado, como se, nos tempos idos tudo tivesse corrido bem e de uma forma fácil.
  27. Continuam a ser um povo com uma memória curta e usada para anestesiar e glorificar o que correu mal, dizem sempre que foram grandes, nunca dizem que sofreram muito e que nada vem do céu.
  28. Têm tendência para compararem-se com gigantes, por isso é que as economias fortes da europa entraram em Portugal.
  29. São um povo pacífico e não querem ser agentes construtivos da sociedade, andamos sempre a dizer “eles é que sabem”, significa que as decisões cabem sempre aos outros.
  30. Gostam de olhar para Portugal de fora, demitindo-se de pensar, de escolher como se não fosse nada com eles.
  31. Nunca é possível encontrar um culpado, é sempre a sexta pessoa, num grupo de cinco.
  32. São um povo que passa rapidamente de heróis a vítimas, fugindo á realidade, fazendo piadas deles próprios e desconversando, projectando sobre um “outro” a responsabilidade.
  33. São gente que se queixa de tudo e de todos, queixam-se do País mas nunca deles próprios.
  34. Somos gente que se assume com uma pieguice da circunstância de terem pena de tudo e de todos, o que se torna muito reconfortante;
  35. Somos um povo que temos medo da opinião dos outros, fomos aceites na europa, eramos europeus, agora estamos num momento de rejeição em que somos tolerados;
  36. Continuamos a ser um País fora do Lugar e do Tempo;
  37. Somos um povo que temos remorsos pelo que não somos, sem saber o que queremos ser;
  38. Somos uma população invadida, quer a vida social, política e privada, com constantes golpes dos CHICO-ESPERTOS;
  39. Vivemos num País em que se chama cada vez menos Portugal;
  40. Fabricamos ideias subjectivas e pré concebidas, que nos atinge no cerne das nossas vidas privadas;
  41. Os Portugueses vivem num buraco negro, como a inveja, a lamúria e a autovitimização, gostamos de ser o tipo “desenrasque” e se possível não cumprir com o mínimo das leis da Democracia;
  42. Os Portugueses vivem com uma enorme falta de confiança, com inércia, com queixume, com a inveja, com a intolerância, sem paz de espirito, sem sentido para a vida, num território mental limitado e numa Europa que continua e estar “lá fora”;
  43. Vivemos num País sem referências e sem princípios pessoais e sem irem á busca da identidade perdida;
  44. Os Portugueses vivem num País pobre, com a mania de serem ricos, sem verem que são, humilhados, desprezados e ridicularizados;
  45. Os Portugueses vivem de privações sob o modo de passividade, mas ficam satisfeitos porque existe sempre um Português pior que ele;
  46. São manipuladores, quando cada Português é perfeitamente manipulável todos os dias, sem que disso se aperceba e que o CHICO-ESPERTO tenta bloquear a verdade de se ser Português consigo próprio;
  47. Vivemos todos os dias com um “Hipe Saber” dos CHICO-ESPERTOS e um pequeno delírio e ilusão, vivemos numa paródia doce;
  48. Vivemos com Portugueses que têm sempre quatro-olhos, um par por detrás do par que está á vista;
  49. Cada Português se considera superior ao comum dos seus compatriotas, é o “Super Saber” de muitos idiotas de seguidores estúpidos dos BUSSAIS;
  50. Vive-se cada vez mais na época dos CHICO-ESPERTOS, no mundo semi-subterraneo da mentira, da aldrabice e da irresponsabilidade;
  51. Os Portugueses vivem numa sociedade Híper controlada, Hipe formatada pelos média;
  52. Os Portugueses vivem num sistema totalitário, num deserto de medo e de suspeita, sem leis que respeitem as suas necessidades e liberdades, é uma vulnerabilidade da situação caótica em que nos colocaram;
  53. Os Portugueses estão a viver um duplo esmagamento, quer pelas potências europeias como também pelas potências mundiais e nós somos o elo mais fraco do sistema capitalista na Europa e no Mundo;
  54. Vivemos pequenos despotismos emanados dos sistemas de controlo tecnológico e do chamado progresso da globalização;
  55. Vivemos com uma total ausência de alternativas de políticas económicas, faz-se tudo como se nada possa acontecer, anula-se manifestações, anula-se o real económico, anula-se a possibilidade de formar uma mente consciente, anula-se o presente e o futuro;
  56. Promove-se o queixume e o masoquismo, a autoflagelação, a apatia, a mudez das verdades e a austeridade brutal;
  57. Trocamos os pés pela cabeça, damos 50€ para ir á bola, mas não damos 1€ para vir a um museu ou 20€ por um livro;
  58. Somos um povo que vive e acredita muito nas práticas mágico-religiosas, vive-se muito a religiosidade, vive-se muito com as trocas de favor entre os pedidos e castigos, vive-se em admiração desmedida de elogios excessivos em função dos dogmas, é gente do “mau-olhado”;
  59. Somos gente que pensa de uma forma pequena, que passamos rapidamente aos projectos megalómanos, vivemos num provincialismo democrático, de forma rotineira, superficial, á procura da discordância de café, ouvir a sua própria voz e por ultimo falar e ganhar a discussão;
  60. Os Portugueses não vêm mais longe do que as suas fronteiras, a sua região, a sua aldeia, o seu quarteirão de cidade e por fim o seu carro e os limites do seu corpo;
  61. “É a vida”, já agora estou como os outros, estou fora desta vida portuguesa, mas estou cá dentro de Portugal;
  62. Penso que em cada dez portugueses, 9 são invejosos;
  63. Penso que o que nos salva é a educação e a cultura e somos autênticas máquinas de sobrevivência, peças de uma maquinaria mais complicada e perfeitamente elaborada do conhecido universo, em que cada cérebro é único, cada pessoa é dona da sua história de vida, da sua mente, do seu psiquismo, das suas emoções, do seu corpo e por último da sua consciência, do seu cérebro criador;
  64. O português não gosta de ouvir as verdades nem de ser confrontado com elas;
  65. O chico espertismo da nossa sociedade, é um elemento que existe em todas as classes, grupos, gerações e profissões, é um garoto mental, cheio de malicia, duplo caracter, fingidor, enganador, que tenta com as suas palavras doces, o meio para enganar os outros. Leva a vida em constante habilidade, para tirar partido da sua astucia, que se coloca sempre em situação de impressionar os outros, de forma a infringir-lhe um golpe baixo.
  66. Tem medos, e é incapaz de assumir qualquer responsabilidade. Tem a mentira na ponta da língua, mas não quer ter estatuto de aldrabão. Tem um “pseudoespirito” do “desenrasque”, é um teórico das facilidades e do triunfalismo.
  67. O chico esperto tenta contornar tudo e todos e goza de impunidade no seu grupo de admiradores. Tenta ter um saber e uma informação das folhas dos outros e limites de cada pessoa.
  68. O chico esperto tem uma boa apreciação de si mesmo e gosta de aplausos mesmo dos surdos-mudos. Coloca-se sempre fora e acima dos outros e em especial de todos os que o criticam. Ele pensa que tem um Super saber, em que idiotas e estúpidos são os outros.
  69. O chico esperto, só gosta dele mesmo e no seu interior despreza todas as pessoas, incluindo familiares. Tenta constantemente neutralizar todos os que não concordam com ele. Gosta de ter seguidores estúpidos e infantis para os manipular. É um paranóico obsessivo.
  70. O chico esperto é desconfiado, tenta muitas vezes suscitar risos fáceis, tenta ser amável, bajulador e uma falsa complacência com os outros. Tenta antecipar-se as intenções que lhe fogem da sua acção. Ele projecta muitas vezes o discurso da autoflagelação, para ganhar as pessoas para as suas ideias. Tem a visibilidade mundana para não deixar transparecer as suas intenções. A relação com os outros está sempre duplamente armadilhada, em função da sua verdade ilusória e megalómana.
  71. O seu discurso é distorcido e delirante, projectando-se sempre em si próprio. Tenta ser simpático, humilde, ter graçolas, ri muito no final de cada frase. Em casos mais difíceis tenta ter um comportamento de voluntarismo.
  72. O chico esperto é um critico de tudo o que não entende e muito superficial, até subtil, em tirar as ideias mestras com quem fala e nunca contraria, sem perder de vista os seus objectivos. É mestre da exuberância na pequenez das atitudes. Torna-se agressivo quando é vexado ou criticado. Tanto veste a pele de lobo como de cordeiro, abastece-se só de paleio.
  73. Inventa a seu bela prazer e discursa como um feiticeiro, diz banalidades. Tem muita crença nos santos e em deus, está sempre na sua boca como tábua de salvação.
  74. Estes chicos espertos, envenenam as relações entre pessoas, em especial em situações de pré descrédito. Choram se assim for necessário.
  75. É o “safa-se quem puder”, defende muitas vezes o silencio pelas irregularidades de caracter e da fragilidade das suas intenções.
  76. É que o chico esperto é invejoso e são doentes das suas próprias invejas. São vítimas das suas invejas. As suas vulnerabilidades concorrem com as suas boçalidades, a sua mediania é a regra, a normalidade é excepção. São totalitários das suas verdades absolutas e inúteis.
  77. Tornam-se pequenos déspotas. Têm medos e encarnam-no em ocasiões rápidas ao valentismo. Os seus traumas, são consequências da desconexão da percepção que eles têm de que os outros pensam de si.
  78. Eles suspeitam de tudo e tornam-se num duplo-esmagamento que o pune e castiga por falta de impressão do seu vazio mental.
  79. É um Hipe descontrolado, que falha, que é imprevisível, que não quer ser ignorado, nem excluído. Não quer estabilidade, quer sim viver em conflitualidade, assim tapa-se melhor.
  80. Tem uma “auto-estima” festiva de explosão, mas cheio de microterrores múltiplos. A sua
  81. inveja é a inferioridade em valor e em superioridade.


Escrito por José Maria ao Jornalq.com

Tombe la neige - SALVATORE ADAMO

Jose Luis Perales -que canten los niños.

068 - Maria exemplo de mãe - de Franklim Neto [Originais] António Teixeira

Vangelis - La petite fille de la mer

CARMEM SILVA - MEU PRIMEIRO AMOR