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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

 Visita ao oceanário de Lisboa com as minhas netas                                        


 Entrar no oceanário de Lisboa, é mergulhar num aquário gigante sem sair encharcado.        O aquário central é um monstro de vidro onde a vida corre ao ritmo do trânsito. Tubarões com ar de poucos amigos desfilam e fazem nos encolher a barriga. As mantas flutuam com uma elegância que faz inveja a qualquer bailarino. Os pinguins de smokin, parecem atrasados para um casamento na rocha, mas mandam-se para a água e transformam-se em mísseis velozes e ágeis. Ao lado, as lontras bóiam de costas nas melhores férias das suas vidas. O peixe lua, gigante e bizarro, olha para nós com um ar chocado. Os peixes tropicais transformam o aquário numa discoteca dos anos oitenta. Os miúdos apontam para o Nemu e os adultos fazem selfies dinâmicas. Ali dentro o tempo flutua e a música convida a uma hipnose relaxante. Viajamos do frio do antárctico aos trópicos sem qualquer tipo de jet lag. A paragem na loja é obrigatória para comprar, pelo menos, um imã.                               

Deixo um agradecimento aos meus tios , que se deslocaram até ao parque das nações, para nos presentear com um belíssimo almoço.

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