Número total de visualizações de páginas

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Diário De Um Adolescente Filme Completo - Dublado






Baseado em fatos reais o filme "Diário de um adolescente" narra a trajetória do jovem Jim, um ótimo jogador de basquete e poeta extremamente talentoso, mas que tem sua vida destruída e seu futuro ameaçados quando junto com seu grupo de amigos se envolve no mundo das drogas. Narrado de forma muito realista o filme tem uma abordagem jovem, sem lições de moral, o que o torna muito atrativo. Os acontecimentos são ambientados nos anos 1970 em Nova York, mas pode ser considerado atual, pois indiferente da época todos passamos pela adolescência que pode ser considerada a ponte para a vida adulta, e essa travessia não é nada fácil, pois adolescente não é criança, mas também não é adulto, é o momento de construção da identidade, de escolhas que podem definir o rumo da vida, e é exatamente nesta fase que muitos se envolvem com drogas.

Uma cena que destaco é quando Jim diz que muitas pessoas ingressam no mundo das drogas acreditando que tem tudo sob controle, mas depois percebem que o vício torna-se um trabalho das 09 hs. às 17 hs, deixando bem claro a gravidade da situação. Lamentavelmente alguns vivem nesta condição em tempo integral, sem dias de folga e nem horário de descanso e devo ressaltar que o álcool também é uma droga e destrói muitas vidas.
Num congresso internacional de medicina.

O médico alemão diz:
Na Alemanha, fazemos transplantes de dedo. Em 4 semanas o
paciente está procurando emprego.


O médico espanhol afirma:
A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um
transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está procurando
emprego.

O médico russo diz:
Fazemos um transplante de peito. Em 1 semana o camarada pode
procurar emprego.

O médico grego disse:
Temos um trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o
indivíduo pode procurar emprego.

O médico português diz orgulhoso:
Isso não é nada! Em Portugal, nós arranjamos um homem sem
cérebro, sem consciência, sem peito, mentiroso, corrupto, e elegêmo-lo primeiro-ministro. Em 6 meses o país inteiro está quase todo à procura de emprego.

Ivone Silva - Rábula Olivia Patroa, Olivia Costureira

terça-feira, 9 de outubro de 2012


E têm poder (e lata) para recuperarem o 13º mês e o de férias que o goverho lhes cortou

 Puro terceiro mundo
CARROS DOS JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
Eu julgava que a GORDURA DO ESTADO estava entre a pele e os ossos dos 
Funcionários Públicos de Carreira!

Como pode progredir um País assim saqueado permanentemente pelas pessoas que deviam 
dar o exemplo de seriedade?
Em quem podemos confiar quando os mais altos responsáveis
 dão estes exemplos de saque?
É indigno!!...


Aqui vai mais um bom exemplo:
O Tribunal Constitucional é um tribunal de nomeação politica e, por esse facto, 
resolveram comprar automóveis de Luxo e Super Luxo para cada um dos
 'Juízes' ( de nomeação política ).
Estes
 carros são utilizados pelos Juízes - num total de 13 Juízes - para todo o serviço, 
precisamente como acontece nas grandes Empresas.

1- O Presidente tem um BMW 740 D (129.245 Euros / 25.849 contos)

2- O Vice-Presidente: BMW 530 D ( 72.664 Euros /14.533 contos)


3- Os restantes 11 Juízes têm BMW 320 D ( 42.145 Euros /8.429 contos, cada 
)

Portanto, uma frota automóvel no valor de 665.504 Euros/ 133.101 contos 
( muito mais de meio milhão de Euros?!!!)

É o único Tribunal Superior Europeu (se calhar mundial) onde os Juízes têm direito 
a carro como parte da sua remuneração (automóvel para uso pessoal). 
E DEPOIS QUEREM-NOS COMPARAR AOS PAÍSES DO NORTE

A que propósito? Pura ostentação! Ninguém se indigna? Quem é que autorizou este escândalo?


Ao mesmo tempo que o Governo sobrecarrega os portugueses em geral compra 
justamente as viaturas mais caras, um superluxo.

Não é aceitável, não se pode compreender !!!
Isto está a enveredar por caminhos ínvios, só pode acabar mal!
Carlos Esperança
O PULHA

Dedicado a «O palhaço», de Mário Crespo

O pulha é um invertebrado que procura na ofensa a catarse do ódio e da frustração, que, adorando a ditadura, se serve da democracia, que molda com o esterco de que é feito os contornos dos bonecos que cria, que usa adjectivos para substituir as vértebras que lhe minguam e se antecipa a chamar aos outros o que é.

O pulha diz dos outros o que sabe de si próprio. O pulha coloca opiniões nos jornais a fingir que são notícias e é pago pela baixeza própria através das baixezas que imputa aos outros. O pulha adora que o acreditem e que as mentiras se transformem em dúvidas e as calúnias em incertezas.

O pulha é um serventuário que evita denunciar as avenças de que vive, o biltre que usa a liberdade para a atacar, que atribui aos outros o nojo que é, fazendo passar por factos as intrigas que tece e por verdades as calúnias que divulga.

O pulha é um professor dispensado da docência para insultar a mãe de um ministro ou o escriba em comissão de serviço num órgão de comunicação para corroer a democracia.

O pulha não nasce pulha. Faz-se, cresce e engorda com os detritos que bolça. Regurgita insultos criando retratos à sua imagem, acoimando de patifes os que inveja. É um filho de uma nota de cinco euros e da lascívia do acaso. O pulha é invejoso e vingativo.

O pulha vive na clandestinidade de um grupo partidário, nos meandros das máfias, nas estrebarias da insídia, aproveitando a calada da noite para arremessar a quem odeia as pedras de que se mune. Pode levar vida normal, aparecer na televisão e ter guarida num jornal; atira pedras e garante que está a ser agredido, incapaz de esquecer a sinecura que lhe negaram ou o cargo com que sonhou.

O pulha escuta os outros e diz que está a ser escutado. É um alcoviteiro e mentiroso. O pulha necessita de plateias cheias. Absolutas. O pulha é totalitário. O pulha é quem nos causa vómitos. O pulha leva-nos a descrer da democracia. O pulha escreve nos jornais e fala na televisão. O pulha torna-nos descrentes. Um pulha é sempre igual a outro pulha. E a outro. E são todos iguais. O pulha assusta porque é omnipresente e ataca sempre que pode. Seja a dar facadas nas costas dos eleitos, seja a criar ruídos de fundo, processos de intenção ou julgamentos sumários. O pulha é ruído de fundo e gosta de ser isso. E baba-se de gozo. Por narcisismo. Por ressentimento. Por ódio. Sabendo-se impune.

O pulha é um cobarde impiedoso. É sempre perverso, quando espuma ofensas ou quando ataca políticos. O pulha não tem vergonha. O pulha ouve incautos úteis e senis raivosos e tira conclusões. Depois diz que não concluiu e esconde-se atrás do que ouviu. O pulha porta-se como um labrego no jornal, como um boçal na televisão e é grosseiro nas entrevistas. O pulha é um mestre da pulhice. O pulha não tem moral. Por isso, para ele, a moral não conta. Tem a moral que lhe convém. Por isso pode defender qualquer moral. E fingir que tem moral. Ou que não a tem. O pulha faz mal aos outros. E gosta. E depois faz-se de sonso. O pulha rouba a honra que não tem e que dispensa.

O pulha é um furúnculo que há-de acabar como todo o mal. É uma metástase de um cancro que vive para corroer a democracia. É um conjunto de células malignas que se multiplicam no papel impresso e o esgoto que circula pela Internet a céu aberto.

O pulha é o talibã que fere e mata mas larga os explosivos depois de esconder o corpo. O pulha não é monárquico nem republicano, de esquerda ou de direita, ateu ou crente, é o verme que se alimenta da baba que segrega, do ódio que destila e das feridas que escarafuncha.

Um dia habituamo-nos ao pulha.

Do Amigo Carlos Esperança.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012


REFLEXÕES.
A coisa mais linda de todas? O amor.
A distração mais bela? O trabalho.
A estrada mais rápida? O caminho correto.
A força mais potente do mundo? A fé.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A pessoa mais perigosa? A mentirosa.
A pior derrota? O desalento.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A sensação mais grata? A paz interior.
As pessoas mais necessárias? Os pais.
O dia mais bonito? Hoje.
O maior erro? Abandonar-se.
O maior mistério? A morte.
O maior obstáculo? O medo.
O mais fácil de acontecer? Equivocar-se.
O mais imprescindível? O lar.
O melhor remédio? O otimismo.
O pior defeito? O mau humor.
O pior sentimento? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
O que mais faz feliz? Ser útil aos outros.
Os melhores professores? As crianças.