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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012



...para descontrair...

....Época
da Ditadura !!!


Não
deixa de ser engraçado...

Na
época
 da ditadura...

Podíamos
acelerar os nossos automóveis nas auto-estradas acima
dos 120 kms sem nenhum risco  e não éramos multados por
radares  maliciosamente
escondidos mas...


 não
podíamos falar mal do presidente.


Podíamos
comprar armas e munições à vontade, pois o
governo sabia
quem
era
cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista
mas...


não podíamos
falar mal do Presidente.

Podíamos
dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das
contas a pagar ou à  recepcionista
sem correr o risco de sermos processados por
"assédio
sexual"
mas...,


não
podíamos falar mal do Presidente.

Não
usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a
raças (ei! preto!),

credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala!
sua bicha!)
e
não éramos processados por "discriminação" por esse
motivo mas...

não podíamos
falar mal do presidente.


Podíamos
tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente
do
trabalho
para relaxar e conduzir o carro para casa, sem o risco
de sermos
jogados
à vala da delinquência, sendo presos por estarmos
"alcoolizados"
mas...

     não
podíamos falar mal do Presidente.


Podíamos
cortar a árvore do quintal, empestada de
pragas, sem que
isso constituísse  crime
ambiental mas...

não
podíamos falar mal do presidente.


Podíamos
ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da
cidade, de
carro,
de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de
sermos
assaltados,
sequestrados ou assassinados mas...

  não
podíamos falar mal do
presidente.



   Hoje,
a única coisa que podemos fazer....

...é
     falar mal do presidente!




Olha
que porra...!!!!!

Como
os tempos mudaram...!!!

domingo, 5 de fevereiro de 2012




  • A ideologia do capitalismo revela um misto de ilusão acerca dos seus méritos e d...e consciência dos seus pecados. Nunca ideólogos e propagandistas definiram de maneira tão falsa e idealizada as características, as realidades e as perspectivas de desenvolvimento da sociedade como fazem os novos teóricos e propagandistas do capitalismo.

    O capitalismo ter-se-ia superado a si próprio. Teria deixado de ser capitalismo, para ser agora “economia de mercado”. Já não haveria capitalistas mas “empresários”. Seria um “capitalismo civilizado”, sem classes antagónicas, um capitalismo sem proletários, sem luta de classes, nem natureza de classe de governos e de políticas, seria uma sociedade nova definitiva e final constituída por cidadãos conscientes, cordatos e mutuamente solidários, aceitando, assinando e cumprindo “pactos de regime”, “pactos sociais”, “pactos” e mais “pactos” pelos quais os cidadãos trabalhadores (agora dizemos nós) aceitariam renunciar a direitos fundamentais e vitais. Ou seja, ser explorados pelos cidadãos capitalistas e os cidadãos capitalistas continuarem a explorar os trabalhadores e a justificarem-se perante a opinião pública através dos seus fantasiosos teorizadores.

    A fantasia é tanta, a sociedade assim falsamente descrita é tão idealizada e irrealista no seu presente e na perspectiva do seu futuro, que se pode dizer que o capitalismo, desacreditado e abalado por uma crise profunda, inventa a sua própria utopia. Não como projecto de mudança, naturalmente, mas como mudança de linguagem pretendendo ocultar a realidade.

    E a realidade é que o capitalismo mantém a sua natureza exploradora, opressora e agressiva. Contra ele, a luta dos trabalhadores e dos povos continua e recrudesce. Os trabalhadores não podem dispensar um partido completamente independente dos interesses e da influência ideológica da burguesia e corajoso, dedicado e convicto. O ideal comunista, esse não é uma utopia. Continua a ser válido e com futuro. Onde desapareçam partidos comunistas, os trabalhadores e os povos criá-los-ão de novo, com esse ou outro nome, com inevitáveis diferenças, mas com essas características essenciais.
    Trata-se de uma necessidade e inevitabilidade da evolução social. Não é ao capitalismo mas ao comunismo que o futuro pertence».

    Alvaro Cunhal

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


O pai judeu




Um pai judeu enviou o seu filho Samuel, para o colégio mais caro da comunidade Judaica.
Apesar das suas boas intenções, Samuel não ligava puto às aulas.
Notas do primeiro mês: 

Matemática 2
  
Geografia 3.5
        
Historia 1.7

Literatura 2


Comportamento 0

Estas espantosas classificações repetiam-se de mês a mês,  até que o pai se cansou:
- Samuel ouve bem o que te vou dizer, se no próximo mês as tuas notas e o teu comportamento não melhorarem, vou-te mandar estudar para um  colégio
 católico.

No mês seguinte as notas do Samuel foram uma tragédia, só comparável ao naufrágio do Titanic e o pai cumpriu com a sua palavra.
Através de um rabino próximo da sua família, contactou com um bispo que lhe recomendou um bom Colégio Franciscano para o qual Samuel foi  enviado.

Notas do primeiro mês:

Matemática 18

Geografia 16

Historia 16

Literatura 20

     Comportamento 20

Notas do segundo mês
:

Matemática 20

Geografia 18

Historia 18

Literatura 20

Comportamento 20.

O pai surpreendido perguntou-lhe:
- Samuel, O que é que te aconteceu para teres tão boas notas?

Como é que se deu este milagre?
- Foi  assim, papá. Apresentaram-me a todos os colegas e a
todos os professores e à tarde fomos a uma igreja.
Quando entrei, vi um homem crucificado, com pregos
nas mãos e nos pés, com cara de ter  sofrido muito e todo ensanguentado.

Perguntei, quem é Ele? 
E respondeu-me um aluno dos cursos superiores:
'Ele era um judeu como tu'.

Então disse para mim:  F***-se,... aqui temos que estudar, que estes gajos não são para brincadeiras. 

Foi assim!

DIÁRIO DE UM HOMEM MADURO NO GINÁSIO

Acabei de completar 50 anos. A minha mulher ofereceu-me um voucher de uma semana num dos melhores ginásios. Estou em excelente forma mas achei boa idéia diminuir a minha "barriguinha". Fiz a marcação dessa semana no ginásio. A personal trainer que me vai seguir chama-se Catarina, tem 26 anos, é monitora de aeróbica e modelo. Recomendaram-me que escrevesse um diário para documentar o meu
progresso, que transcrevo a seguir.

Segunda-feira
Com muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena. A monitora parece uma deusa grega: loira, olhos azuis, grande sorriso, lábios carnudos e corpo escultural. Primeiro mostrou-me todos os aparelhos de ginástica. Comecei pela bicicleta. Ao fim de 5 minutos mediu as minhas pulsações e ficou alarmada porque estavam muito aceleradas. Mas não era da bicicleta: era por causa dela, por estar vestida com uma malha de lycra justíssima que lhe moldava as formas todas. Gostei do exercício. Ela consegue dar-me imensa motivação. Começo a sentir uma dor constante na barriga de tanto a encolher.

Terça-feira
Tomei o pequeno almoço e fui para o ginásio. A monitora estava melhor que nunca. Comecei por levantar uma barra de metal. Depois ela
atreveu-se a pôr pesos!!! Tinha as pernas fracas mas consegui completar UM QUILÓMETRO na passadeira. O sorriso arrebatador que a monitora me deu no fim da manhã convenceu-me de que todo este exercício vale a pena... É uma vida nova para mim.

Quarta-feira
A única forma de conseguir escovar os dentes foi segurar na escova com os cotovelos apoiados no lavatório e mexer a cabeça de um lado para o outro. Conduzir também não foi fácil: estender os braços para meter as mudanças foi um esforço digno de Hércules. Dói-me o peito. As plantas dos pés doem de cada vez que carrego nos pedais. Fisicamente diminuído, estacionei o carro no lugar reservado para deficientes, até porque só consigo andar a coxear. A monitora estava com a voz um pouco aguda. Quando grita incomoda-me muito. Quando me pôs um arnês para fazer escalada todo o corpo me doeu. Para que é que alguém inventa um aparelho para fazer escalada quando isso ficou obsoleto desde a invenção dos elevadores? A monitora disse-me que este exercício me ia ajudar a ficar em forma, ou a gozar a vida...

Quinta-feira
A monitora estava à minha espera com os seus dentes de vampiro horríveis. Cheguei meia-hora atrasado: foi o tempo que demorei para
conseguir calçar os sapatos. A desgraçada pôs-me a trabalhar com os pesos. Quando se distraíu, fui-me refugiar na casa de banho. A gaja mandou um outro monitor ir buscar-me. Como castigo pôs-me na máquina de remar... Estou todo rebentado.

Sexta-feira
Odeio essa desgraçada. Estúpida, magra, anémica, chata e feminista sem cérebro! Se houvesse uma parte do meu corpo que eu pudesse mexer sem sentir uma dor excruciante, partia ao meio essa sacana. Quis que eu trabalhasse os meus trícipetes... EU NEM SABIA O QUE ERA ESSA COISA DOS TRÍCIPETES!!! E se não bastasse colocar-me pesos nos braços, pôs-me aquelas tretas das barras... Desmaiei na bicicleta. Acordei numa maca. Uma nutricionista, uma idiota com cara de estúpida, deu-me uma seca sobre alimentação saudável.

Sábado
A filha da mãe deixou-me uma mensagem no telemóvel com a sua vozinha de lésbica assumida a perguntar por que é que eu não apareci. Só de ouvir aquela vozinha fiquei com ganas de partir o telemóvel, mas não tive forças para o levantar. Carregar nas teclas do comando da televisão para fazer zapping está a ser um esforço tremendo...

Domingo
Não me consigo levantar. Pedi a um amigo meu para agradecer a Deus por mim na missa por ter sobrevivido a esta semana que felizmente já acabou. Rezei para que no ano que vem a desgraçada da minha mulher me dê qualquer coisa um pouco mais divertida, como um tratamento dentário, um cateterismo ou até mesmo um exame à próstata.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012


"Os grandes espíritos sempre encontrarão violenta oposição por parte dos mediocres." Albert Einstein - 1950.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?...

Aqui, sim, há democracia. Não há maçonarias a controlar a justiça e informação. Por alguma coisa há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra sobre a ISLANDIA. Bem se vê que os jornalistas são os cães de guarda  ....Se não fosse a Internet não sabíamos nada. Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?


RESPONSÁVEIS PELA CRISE ISLANDESA COMEÇAM A SER PRESOS

Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota
em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de
conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.

Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem
como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de
detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso
bancário e financeiro da Islândia.

Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais
de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com
destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois
antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.

A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena
de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o
antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito
e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o
estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.

Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita






usar o tradutor se for preciso
http://uorumix.daywealth.hop.clickbank.net
e


Um dia no zoológico de Lisboa

 Levei as minhas três netas de 18, 17 e 11 anos ao jardim zoológico de Lisboa e confirmei que são o público mais difícil do planeta 😀. Pass...