...para descontrair...
....Época da Ditadura !!! Não deixa de ser engraçado... Na época da ditadura... Podíamos acelerar os nossos automóveis nas auto-estradas acima dos 120 kms sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos mas... não podíamos falar mal do presidente. Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas... não podíamos falar mal do Presidente. Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas..., não podíamos falar mal do Presidente. Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas... não podíamos falar mal do presidente. Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e conduzir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo presos por estarmos "alcoolizados" mas... não podíamos falar mal do Presidente. Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de pragas, sem que isso constituísse crime ambiental mas... não podíamos falar mal do presidente. Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados mas... não podíamos falar mal do presidente. Hoje, a única coisa que podemos fazer.... ...é falar mal do presidente! Olha que porra...!!!!! Como os tempos mudaram...!!! |
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
A ideologia do capitalismo revela um misto de ilusão acerca dos seus méritos e d...e consciência dos seus pecados. Nunca ideólogos e propagandistas definiram de maneira tão falsa e idealizada as características, as realidades e as perspectivas de desenvolvimento da sociedade como fazem os novos teóricos e propagandistas do capitalismo.
O capitalismo ter-se-ia superado a si próprio. Teria deixado de ser capitalismo, para ser agora “economia de mercado”. Já não haveria capitalistas mas “empresários”. Seria um “capitalismo civilizado”, sem classes antagónicas, um capitalismo sem proletários, sem luta de classes, nem natureza de classe de governos e de políticas, seria uma sociedade nova definitiva e final constituída por cidadãos conscientes, cordatos e mutuamente solidários, aceitando, assinando e cumprindo “pactos de regime”, “pactos sociais”, “pactos” e mais “pactos” pelos quais os cidadãos trabalhadores (agora dizemos nós) aceitariam renunciar a direitos fundamentais e vitais. Ou seja, ser explorados pelos cidadãos capitalistas e os cidadãos capitalistas continuarem a explorar os trabalhadores e a justificarem-se perante a opinião pública através dos seus fantasiosos teorizadores.
A fantasia é tanta, a sociedade assim falsamente descrita é tão idealizada e irrealista no seu presente e na perspectiva do seu futuro, que se pode dizer que o capitalismo, desacreditado e abalado por uma crise profunda, inventa a sua própria utopia. Não como projecto de mudança, naturalmente, mas como mudança de linguagem pretendendo ocultar a realidade.
E a realidade é que o capitalismo mantém a sua natureza exploradora, opressora e agressiva. Contra ele, a luta dos trabalhadores e dos povos continua e recrudesce. Os trabalhadores não podem dispensar um partido completamente independente dos interesses e da influência ideológica da burguesia e corajoso, dedicado e convicto. O ideal comunista, esse não é uma utopia. Continua a ser válido e com futuro. Onde desapareçam partidos comunistas, os trabalhadores e os povos criá-los-ão de novo, com esse ou outro nome, com inevitáveis diferenças, mas com essas características essenciais.
Trata-se de uma necessidade e inevitabilidade da evolução social. Não é ao capitalismo mas ao comunismo que o futuro pertence».
Alvaro Cunhal
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
O pai judeu
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DIÁRIO
DE UM HOMEM MADURO NO GINÁSIO
Acabei
de completar 50 anos. A minha mulher ofereceu-me um voucher de uma semana num
dos melhores ginásios. Estou em excelente forma mas achei boa idéia diminuir
a minha "barriguinha". Fiz a marcação dessa semana no ginásio. A
personal trainer que me vai seguir chama-se Catarina, tem 26 anos, é monitora
de aeróbica e modelo. Recomendaram-me que escrevesse um diário para
documentar o meu
progresso,
que transcrevo a seguir.
Segunda-feira
Com
muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena. A
monitora parece uma deusa grega: loira, olhos azuis, grande sorriso, lábios
carnudos e corpo escultural. Primeiro mostrou-me todos os aparelhos de
ginástica. Comecei pela bicicleta. Ao fim de 5 minutos mediu as minhas
pulsações e ficou alarmada porque estavam muito aceleradas. Mas não era da
bicicleta: era por causa dela, por estar vestida com uma malha de lycra
justíssima que lhe moldava as formas todas. Gostei do exercício. Ela consegue
dar-me imensa motivação. Começo a sentir uma dor constante na barriga de
tanto a encolher.
Terça-feira
Tomei
o pequeno almoço e fui para o ginásio. A monitora estava melhor que nunca.
Comecei por levantar uma barra de metal. Depois ela
atreveu-se
a pôr pesos!!! Tinha as pernas fracas mas consegui completar UM QUILÓMETRO na
passadeira. O sorriso arrebatador que a monitora me deu no fim da manhã
convenceu-me de que todo este exercício vale a pena... É uma vida nova para
mim.
Quarta-feira
A
única forma de conseguir escovar os dentes foi segurar na escova com os
cotovelos apoiados no lavatório e mexer a cabeça de um lado para o outro.
Conduzir também não foi fácil: estender os braços para meter as mudanças foi
um esforço digno de Hércules. Dói-me o peito. As plantas dos pés doem de cada
vez que carrego nos pedais. Fisicamente diminuído, estacionei o carro no
lugar reservado para deficientes, até porque só consigo andar a coxear. A
monitora estava com a voz um pouco aguda. Quando grita incomoda-me muito.
Quando me pôs um arnês para fazer escalada todo o corpo me doeu. Para que é
que alguém inventa um aparelho para fazer escalada quando isso ficou obsoleto
desde a invenção dos elevadores? A monitora disse-me que este exercício me ia
ajudar a ficar em forma, ou a gozar a vida...
Quinta-feira
A
monitora estava à minha espera com os seus dentes de vampiro horríveis.
Cheguei meia-hora atrasado: foi o tempo que demorei para
conseguir
calçar os sapatos. A desgraçada pôs-me a trabalhar com os pesos. Quando se
distraíu, fui-me refugiar na casa de banho. A gaja mandou um outro monitor ir
buscar-me. Como castigo pôs-me na máquina de remar... Estou todo rebentado.
Sexta-feira
Odeio
essa desgraçada. Estúpida, magra, anémica, chata e feminista sem cérebro! Se
houvesse uma parte do meu corpo que eu pudesse mexer sem sentir uma dor
excruciante, partia ao meio essa sacana. Quis que eu trabalhasse os meus
trícipetes... EU NEM SABIA O QUE ERA ESSA COISA DOS TRÍCIPETES!!! E se não
bastasse colocar-me pesos nos braços, pôs-me aquelas tretas das barras...
Desmaiei na bicicleta. Acordei numa maca. Uma nutricionista, uma idiota com
cara de estúpida, deu-me uma seca sobre alimentação saudável.
Sábado
A
filha da mãe deixou-me uma mensagem no telemóvel com a sua vozinha de lésbica
assumida a perguntar por que é que eu não apareci. Só de ouvir aquela vozinha
fiquei com ganas de partir o telemóvel, mas não tive forças para o levantar.
Carregar nas teclas do comando da televisão para fazer zapping está a ser um
esforço tremendo...
Domingo
Não me
consigo levantar. Pedi a um amigo meu para agradecer a Deus por mim na missa
por ter sobrevivido a esta semana que felizmente já acabou. Rezei para que no
ano que vem a desgraçada da minha mulher me dê qualquer coisa um pouco mais
divertida, como um tratamento dentário, um cateterismo ou até mesmo um exame
à próstata.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Nos "media"
nada aparece sobre isto, porque será?...
Aqui, sim, há democracia. Não há maçonarias a controlar a justiça e informação. Por alguma coisa há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra sobre a ISLANDIA. Bem se vê que os jornalistas são os cães de guarda ....Se não fosse a Internet não sabíamos nada. Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?
Aqui, sim, há democracia. Não há maçonarias a controlar a justiça e informação. Por alguma coisa há ano e tal que não se diz nem se escreve uma palavra sobre a ISLANDIA. Bem se vê que os jornalistas são os cães de guarda ....Se não fosse a Internet não sabíamos nada. Nos "media" nada aparece sobre isto, porque será?
RESPONSÁVEIS PELA CRISE ISLANDESA COMEÇAM A SER PRESOS
Os directores de
bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota
em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de
conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem
como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de
detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso
bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais
de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com
destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois
antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena
de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o
antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito
e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o
estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita
usar o tradutor se for preciso
http://uorumix.daywealth.hop.clickbank.net
em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de
conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem
como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de
detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso
bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais
de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com
destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois
antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena
de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o
antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito
e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o
estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita
usar o tradutor se for preciso
http://uorumix.daywealth.hop.clickbank.net
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